Periodo: 1º Semestre (2009.1)
Nota: 8,6
Segue Programa da Disciplina
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
INSTITUTO DE HUMANIDADES, ARTES E CIÊNCIAS – IHAC
Docente: Luiz Alberto Luz de Almeida
Ementa: Estudo panorâmico das sociedades contemporâneas, na sua diversidade, globalidade e sustentabilidade, identificando suas origens históricas e estruturas simbólicas, contemplando interpretações dos diferentes saberes. Estudo do modo como se estruturam e desenvolvem tais unidades sociais em seus vínculos com o Estado, a cultura e os indivíduos, com destaque para as formas de organização do trabalho. Estudo dos processos psíquicos e psicossociais que estruturam e organizam a singularidade de cada sujeito, compreendendo como tais processos afetam sua construção de significados, sua relação com os outros e sua ação sobre o mundo.
OBJETIVO: Problematizar a noção de contemporaneidade, por um viés interdisciplinar, a partir de temas selecionados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Contemporaneidade
1.1. Experiência: condições naturais, culturais e históricas
2. Interdisciplinaridade
2.1. Como ela se estabelece em cada um dos campos cognitivos?
2.2. Dimensões sincrônicas e diacrônicas da interdisciplinaridade (estática e dinâmica)
3. Temas:
3.1. Corpo, comportamento, expressão;
3.2. Subjetividade, identidade, diversidade;
3.3. Poder, direitos, cidadania;
3.4. Ciência, inovação tecnológica e mercados;
3.5. Comunicação, redes, globalização.
METODOLOGIA:
As aulas serão expositivas e dialogadas, permitindo a assimilação hierarquizada dos conteúdos, do particular para o geral e do concreto para o abstrato. Para tanto, as aulas serão dinamizadas com de técnicas variadas, tais como: mesas redondas com grupos de alunos, leitura de textos e análise de recorte de jornais, apresentação de partes de filmes, documentários, músicas, estruturação de glossário de termos, painel duplo, duplas rotativas, G.V.G.O., entre outras, a critério do professor.
Alguns dos encontros serão destinados a rotatividade dos próprios docentes do IHAC entre as turmas, para a apresentação de seminários (momentos de concentração) sobre cada um dos temas a serem desenvolvidos ao longo do curso.
Toda a estrutura metodológica deve contemplar as 27 capacidades e habilidades necessárias para a formação do Bacharel em Interdisciplinaridade, agrupadas e sintetizadas em três direções complementares, sendo a primeira: pensar, identificar, planejar e resolver problemas, investigar e se exprimir. A segunda: autonomia e capacidade de trabalhar em grupo. E finalmente, a terceira: capacidade de atuação e situações novas e em contextos diversos.
Link para o arquivo original.
Pesquisar este blog
Roteiro - Peça teatral - Corpo corpotamento e expressão
Informações:
Disciplina: Estudos sobre a Contemporanêidade I
Roteiro - Peça Teatral
Tema: Corpo Comportamento e Expressão
Salvador 27 de Maio de 2009
1. Apresentação do trabalho
Cenário Inicial.
O Locutor vem a Frente e Apresenta a equipe, tema e sugere que 4 Pessoas da Platéia anote o que entenderam da peça. (é distribuído os papeis para os voluntários).
Vestuário Norma para apresentação
Sem Musica
1 - Minuto
2. Cena 1 – O encontro
Jardim
O namorado vem caminhando distraidamente e senta no ponto de ônibus.
Traje Social (Terno)
A namorada já esta sentada esperando o ônibus.
Traje Simples.
O namorado observa a namorada e fica espantado com sua beleza.
Musica Romântica
A namorada olha desconfiada.
O namorado faz uma cara de felicidade.
A namorada observa de canto de olho.
A namorada fica um pouco nervosa e começa a se abanar.
O namorado pensa um pouco e ajuda a abanar a namorada.
A namorada fica surpresa e vira a cara.
O namorado começa a se aproximar.
A namorada se afasta.
O namorado se aproxima mais uma vez.
A namorada da uma olhada, uma pequena risada e se afasta novamente (mais lentamente dessa vez).
O namorado se aproxima mais uma vez.
A namorada observa faz uma cara feliz e também se aproxima.
O namorado estende a mão para a namorada.
Ele a levanta bruscamente e sai de cena.
Os dois voltam de mãos dadas e saltitando. (Para dar idéia de prolongamento da cena.).
3 - Minuto
3. Cena 2 – Ponto de Ônibus.
Ponto de Ônibus
Entrada do Skatista
O Skatista entra e se direciona para trás do ponto de ônibus. (Não ficará visível)
Bermuda Longa, Camisa grande Masculina, Boné pra traz. (Skate na mão)
Musica de rap.
Entrada do Playboy
O Playboy entra e se direciona para trás do Ponto de ônibus. (Não ficará visível)
Roupas de Marca e Cabelo Arrumadinho.
Musica Gabriel Pensador (Sou Playboy)
Entrada Nerd.
O Nerd entra e se direciona para trás do Ponto de Ônibus. (Não ficará visível)
Cabelo escorrido na cara e Óculos de grau. (Suspensório e camisa xadrez)
Musica (Alguma musica que Identifique o gênero)
Entrada do Namorado
O namorado caminha com para o lado do ponto de ônibus.
Permanecem com os mesmos trajes. Ele carrega uma mala de note book.
Musica ambiente
A namorada entra.
A Namorada entra toda exibida, dessa vez esta com enchimento no sutiã (Para dar idéia de Silicone).
O namorado fica surpreso e aponta para o sutiã.
Ela fica mais feliz por ele ter reparado.
Eles ficam de mãos dadas.
A garota de salto passa pelo casal em direção ao ponto de ônibus sem observá-los.
Roupa arrumada e salto alto.
O namorado observa a garota de salto passar. (Boquiaberto)
A namorada da um beliscão no namorado
O namorado da um pulo para traz de dor.
O namorado se ajoelha e beija a mão da namorada.
A namorada faz uma cara de desconfiança.
O casal aguarda o ônibus.
Ela parece impaciente.
Ele mostra as horas, e pede calma.
Ele mostra o ônibus chagando.
Barulho de Ônibus.
Ela fica feliz.
Ele sinaliza para o ônibus.
Ao se aproximarem do Ônibus, os outros passageiros correm para pegar o ônibus.
O namorado toma um susto e puxa a namorada.
Todos entram no ônibus.
A namorada senta e o namorado fica de pé. (Coloca a Maleta embaixo das axilas).
O ônibus da um tranco e o namorado esbarra em outro passageiro.
Buzina de Ônibus
O namorado pede desculpas.
A namorada se oferece para segurar sua maleta.
O namorado aceita e lhe passa a maleta.
O namorado sente um cheiro. E procura de onde vem. (fungando e olhando)
O namorado observa a pessoa a sua frente que esta com os braços levantados.
Descobre de onde vem e faz um sinal de mau cheiro.
O namorado observa que já esta chegando, puxa a suposta corda do ônibus, e sinaliza para a namorada.
O assaltante observa o casal e quando eles saem e sai atrás. (Observando se não tem ninguém o olhando e sai cautelosamente).
Roupa preta.
Todos saem de cena.
10 - Minutos
4. Cena 3 – O Assalto.
Ponto de Ônibus.
O casal caminha alegremente.
Permanecem com os mesmos trajes. Ele carrega uma mala de note book.
O assaltante vem logo atrás.
Roupa preta e goro cobrindo o Rosto (Com uma arma empunhada).
Musica de Suspense.
O assaltante da um pulo e tenta surpreender o casal.
O namorado faz um cara de desdenho.
O assaltante observa o casal e aponta para a maleta.
O namorado sinaliza que não, passa a pasta para o assaltante e o assaltante lhe passa a arma.
O namorado mostra como seria o assalto.
O assaltante discorda, toma novamente a arma devolve-lhe a maleta e faz novamente.
O namorado discorda mais uma vez. Mas quando vai buscar pegar a arma a arma dispara.
Barulho de Tiro
Todos ficam surpresos.
O namorado cai no chão.
A namorada fica desesperada.
O assaltante fica assustado e foge.
Barulho de ambulância.
O Enfermeiro 1 e a Enfermeira 2 pegam o namorado e o carrega para fora da cena.
Jaleco Branco.
A namorada corre atrás.
5 - Minutos
5. Cena 4 – Noticia da morte.
Emergência Hospitalar.
Os Enfermeiros carregam o namorado e o colocam na mesa.
Jaleco Branco.
O Médico Observa o namorado.
Jaleco Branco, mascara e Estetoscópio.
O medico pega o pulso, e depois coloca o ouvido no peito do namorado.
A Namorada Aguarda ansiosa. Ao lado dos enfermeiros.
O medico faz um sinal de reprovação.
A namorada é consolada pelos enfermeiros.
A luz se apaga e todos (Menos o Namorado saem)
2 minutos
6. Cena 5 – Dança da Morte.
Salão de Dança.
A dançarina entra na sala triste.
Os seguidores com velas na mão cercam a dançarina.
Musica da Morte.
A dançarina realiza a dança.
O Namorado levanta.
Todos se enfileiram de frente para a prateia e cumprimentam o público.
Fim.
5 minutos
Tempo Total
27 minutos
No final da apresentação podemos explicar os aspectos que nos levaram a realizar esse tipo de teatralização, podemos explicar que muitas vezes a expressão esta em pequenos gestos às vezes imperceptíveis e que em nossa peça tivemos que dar ênfase em alguns caso para que possam ser mais claramente observados.
Personagens
Locutor – Alex Pires
O Namorado –Venicios Belo
A Namorada – Priscila
O Assaltante – Diego
Garota de Salto - Tainá
Enfermeiro 1 - Alex Pires
Enfermeira 2 - Gabriela
Medico - Magno Alves
Skatista - Gabriela
Playboy - Magno Alves
Nerd - Alex Pires
Os Seguidores - Todos
Legenda
- Tempo
- Cena
- Musica
- Ação realizada
- Traje
- Cenário
Link para o arquivo original.
Nota:10,0 (nota do Professor)
Disciplina: Estudos sobre a Contemporanêidade I
Roteiro - Peça Teatral
Tema: Corpo Comportamento e Expressão
Salvador 27 de Maio de 2009
1. Apresentação do trabalho
Cenário Inicial.
O Locutor vem a Frente e Apresenta a equipe, tema e sugere que 4 Pessoas da Platéia anote o que entenderam da peça. (é distribuído os papeis para os voluntários).
Vestuário Norma para apresentação
Sem Musica
1 - Minuto
2. Cena 1 – O encontro
Jardim
O namorado vem caminhando distraidamente e senta no ponto de ônibus.
Traje Social (Terno)
A namorada já esta sentada esperando o ônibus.
Traje Simples.
O namorado observa a namorada e fica espantado com sua beleza.
Musica Romântica
A namorada olha desconfiada.
O namorado faz uma cara de felicidade.
A namorada observa de canto de olho.
A namorada fica um pouco nervosa e começa a se abanar.
O namorado pensa um pouco e ajuda a abanar a namorada.
A namorada fica surpresa e vira a cara.
O namorado começa a se aproximar.
A namorada se afasta.
O namorado se aproxima mais uma vez.
A namorada da uma olhada, uma pequena risada e se afasta novamente (mais lentamente dessa vez).
O namorado se aproxima mais uma vez.
A namorada observa faz uma cara feliz e também se aproxima.
O namorado estende a mão para a namorada.
Ele a levanta bruscamente e sai de cena.
Os dois voltam de mãos dadas e saltitando. (Para dar idéia de prolongamento da cena.).
3 - Minuto
3. Cena 2 – Ponto de Ônibus.
Ponto de Ônibus
Entrada do Skatista
O Skatista entra e se direciona para trás do ponto de ônibus. (Não ficará visível)
Bermuda Longa, Camisa grande Masculina, Boné pra traz. (Skate na mão)
Musica de rap.
Entrada do Playboy
O Playboy entra e se direciona para trás do Ponto de ônibus. (Não ficará visível)
Roupas de Marca e Cabelo Arrumadinho.
Musica Gabriel Pensador (Sou Playboy)
Entrada Nerd.
O Nerd entra e se direciona para trás do Ponto de Ônibus. (Não ficará visível)
Cabelo escorrido na cara e Óculos de grau. (Suspensório e camisa xadrez)
Musica (Alguma musica que Identifique o gênero)
Entrada do Namorado
O namorado caminha com para o lado do ponto de ônibus.
Permanecem com os mesmos trajes. Ele carrega uma mala de note book.
Musica ambiente
A namorada entra.
A Namorada entra toda exibida, dessa vez esta com enchimento no sutiã (Para dar idéia de Silicone).
O namorado fica surpreso e aponta para o sutiã.
Ela fica mais feliz por ele ter reparado.
Eles ficam de mãos dadas.
A garota de salto passa pelo casal em direção ao ponto de ônibus sem observá-los.
Roupa arrumada e salto alto.
O namorado observa a garota de salto passar. (Boquiaberto)
A namorada da um beliscão no namorado
O namorado da um pulo para traz de dor.
O namorado se ajoelha e beija a mão da namorada.
A namorada faz uma cara de desconfiança.
O casal aguarda o ônibus.
Ela parece impaciente.
Ele mostra as horas, e pede calma.
Ele mostra o ônibus chagando.
Barulho de Ônibus.
Ela fica feliz.
Ele sinaliza para o ônibus.
Ao se aproximarem do Ônibus, os outros passageiros correm para pegar o ônibus.
O namorado toma um susto e puxa a namorada.
Todos entram no ônibus.
A namorada senta e o namorado fica de pé. (Coloca a Maleta embaixo das axilas).
O ônibus da um tranco e o namorado esbarra em outro passageiro.
Buzina de Ônibus
O namorado pede desculpas.
A namorada se oferece para segurar sua maleta.
O namorado aceita e lhe passa a maleta.
O namorado sente um cheiro. E procura de onde vem. (fungando e olhando)
O namorado observa a pessoa a sua frente que esta com os braços levantados.
Descobre de onde vem e faz um sinal de mau cheiro.
O namorado observa que já esta chegando, puxa a suposta corda do ônibus, e sinaliza para a namorada.
O assaltante observa o casal e quando eles saem e sai atrás. (Observando se não tem ninguém o olhando e sai cautelosamente).
Roupa preta.
Todos saem de cena.
10 - Minutos
4. Cena 3 – O Assalto.
Ponto de Ônibus.
O casal caminha alegremente.
Permanecem com os mesmos trajes. Ele carrega uma mala de note book.
O assaltante vem logo atrás.
Roupa preta e goro cobrindo o Rosto (Com uma arma empunhada).
Musica de Suspense.
O assaltante da um pulo e tenta surpreender o casal.
O namorado faz um cara de desdenho.
O assaltante observa o casal e aponta para a maleta.
O namorado sinaliza que não, passa a pasta para o assaltante e o assaltante lhe passa a arma.
O namorado mostra como seria o assalto.
O assaltante discorda, toma novamente a arma devolve-lhe a maleta e faz novamente.
O namorado discorda mais uma vez. Mas quando vai buscar pegar a arma a arma dispara.
Barulho de Tiro
Todos ficam surpresos.
O namorado cai no chão.
A namorada fica desesperada.
O assaltante fica assustado e foge.
Barulho de ambulância.
O Enfermeiro 1 e a Enfermeira 2 pegam o namorado e o carrega para fora da cena.
Jaleco Branco.
A namorada corre atrás.
5 - Minutos
5. Cena 4 – Noticia da morte.
Emergência Hospitalar.
Os Enfermeiros carregam o namorado e o colocam na mesa.
Jaleco Branco.
O Médico Observa o namorado.
Jaleco Branco, mascara e Estetoscópio.
O medico pega o pulso, e depois coloca o ouvido no peito do namorado.
A Namorada Aguarda ansiosa. Ao lado dos enfermeiros.
O medico faz um sinal de reprovação.
A namorada é consolada pelos enfermeiros.
A luz se apaga e todos (Menos o Namorado saem)
2 minutos
6. Cena 5 – Dança da Morte.
Salão de Dança.
A dançarina entra na sala triste.
Os seguidores com velas na mão cercam a dançarina.
Musica da Morte.
A dançarina realiza a dança.
O Namorado levanta.
Todos se enfileiram de frente para a prateia e cumprimentam o público.
Fim.
5 minutos
Tempo Total
27 minutos
No final da apresentação podemos explicar os aspectos que nos levaram a realizar esse tipo de teatralização, podemos explicar que muitas vezes a expressão esta em pequenos gestos às vezes imperceptíveis e que em nossa peça tivemos que dar ênfase em alguns caso para que possam ser mais claramente observados.
Personagens
Locutor – Alex Pires
O Namorado –Venicios Belo
A Namorada – Priscila
O Assaltante – Diego
Garota de Salto - Tainá
Enfermeiro 1 - Alex Pires
Enfermeira 2 - Gabriela
Medico - Magno Alves
Skatista - Gabriela
Playboy - Magno Alves
Nerd - Alex Pires
Os Seguidores - Todos
Legenda
- Tempo
- Cena
- Musica
- Ação realizada
- Traje
- Cenário
Link para o arquivo original.
Nota:10,0 (nota do Professor)
Ensaio Crítico - Subjetividade, identidade, diversidade, poder, direitos e cidadania.
Informações:
Disciplina:
Estudo sobre a Contemporaneidade I
Ensaio Crítico
Textos:
Glauber de Andrade Rocha
Fernando Oliveira Santana Júnior
Temas:
Subjetividade, identidade, diversidade,
poder, direitos e cidadania.
Questionamento:
Língua única Portuguesa no Brasil como filtro ideológico de um poder hegemônico da elite brasileira, que impede (ou não) a chegada de influências externas ao povo e que impede (ou não) que o povo se manifeste para o exterior.
Salvador 22 de maio de 2009
Os textos propostos pouco se relacionam, apesar de falarem de uma língua única (a língua Portuguesa falada no Brasil) não focam no mesmo tema, o que mostram a pluralidade e diversidade dos aspectos lingüísticos da língua
O discurso do cineasta Glauber Rocha tem um tom ideológico-filosófico, enquanto o discurso de Fernando Oliveira é Ideológico-Político, ambos questionam o pensar a língua. O primeiro traz em seu questionamento aspectos estruturais da linguagem em quanto o segundo objetiva seu foco para o aspecto político que a língua desempenha na sociedade.
É bem verdade que não podemos dissociar os aspectos estrutural e ideológico dos aspectos políticos, pois estamos tratando de uma mesma língua, mesmo por que são os aspectos ideológicos da língua, impostas pelos dominantes do poder, que fez torna-la “padrão”, mais ainda, torná-la o “Certo”, fazendo com que os demais indivíduos falantes das diversas variações da língua, sejam tachados de errados, “burros”, ignorantes ou ate mesmo aculturados, mesmo sabendo que não existe individuo sem cultura, mas que apenas por não freqüentarem ou disporem dos benefícios do poder, pertencem de alguma forma a culturas diferentes.
Essa língua imposta pelos dominantes do poder faz quase que uma “seleção natural” dos indivíduos, separando os “fortes” dos “fracos” e quase que selando o destino de cada um, onde os “fortes”, “inteligentes” e “culturados” tenham acesso ao conhecimento e conseqüentemente ao poder e as riquezas, enquanto o “fraco”, “burro” e “aculturados” estão destinados a viverem na miséria sem acesso a informação e nem ao menos saber o Porquê disso tudo.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Disciplina:
Estudo sobre a Contemporaneidade I
Ensaio Crítico
Textos:
Glauber de Andrade Rocha
Fernando Oliveira Santana Júnior
Temas:
Subjetividade, identidade, diversidade,
poder, direitos e cidadania.
Questionamento:
Língua única Portuguesa no Brasil como filtro ideológico de um poder hegemônico da elite brasileira, que impede (ou não) a chegada de influências externas ao povo e que impede (ou não) que o povo se manifeste para o exterior.
Salvador 22 de maio de 2009
Os textos propostos pouco se relacionam, apesar de falarem de uma língua única (a língua Portuguesa falada no Brasil) não focam no mesmo tema, o que mostram a pluralidade e diversidade dos aspectos lingüísticos da língua
O discurso do cineasta Glauber Rocha tem um tom ideológico-filosófico, enquanto o discurso de Fernando Oliveira é Ideológico-Político, ambos questionam o pensar a língua. O primeiro traz em seu questionamento aspectos estruturais da linguagem em quanto o segundo objetiva seu foco para o aspecto político que a língua desempenha na sociedade.
É bem verdade que não podemos dissociar os aspectos estrutural e ideológico dos aspectos políticos, pois estamos tratando de uma mesma língua, mesmo por que são os aspectos ideológicos da língua, impostas pelos dominantes do poder, que fez torna-la “padrão”, mais ainda, torná-la o “Certo”, fazendo com que os demais indivíduos falantes das diversas variações da língua, sejam tachados de errados, “burros”, ignorantes ou ate mesmo aculturados, mesmo sabendo que não existe individuo sem cultura, mas que apenas por não freqüentarem ou disporem dos benefícios do poder, pertencem de alguma forma a culturas diferentes.
Essa língua imposta pelos dominantes do poder faz quase que uma “seleção natural” dos indivíduos, separando os “fortes” dos “fracos” e quase que selando o destino de cada um, onde os “fortes”, “inteligentes” e “culturados” tenham acesso ao conhecimento e conseqüentemente ao poder e as riquezas, enquanto o “fraco”, “burro” e “aculturados” estão destinados a viverem na miséria sem acesso a informação e nem ao menos saber o Porquê disso tudo.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Análise Crítica - Subjetividade, identidade, diversidade, poder, direitos e cidadania.
Informações:
Disciplina: Estudos sobre a Contempôraneidade I
Análise Crítica
Musica: Another Brick in the Wall.
De: Pink Floyd.
Temas:
Subjetividade, identidade, diversidade,
poder, direitos e cidadania.
Questionamento:
What explains the Latin American traditions of authoritarianism, abuse of power, suppression of economic creativity, and social injustice?
Salvador 15 de maio de 2009
A frase descrita em inglês questiona a tradição latino-americana de autoritarismo, abuso de poder, opressão da criatividade econômica e da injustiça social. Podemos relacionar essa pergunta com a musica da banda Inglesa Pink Floyd, “Another Brick in the Wall” que questiona a forma de educação do seu país e o inconformismo do autor ao identificar que é “mais um”, e que todos nos, somos apenas “mais alguns”, tal questionamento poderia muito bem ser transportada para a metodologia do ensino Brasileiro, onde a forma de ensinar e aprender da educação básica e média do nosso país traz métodos prontos para o ensino, e como é dito na musica da banda inglesa “Nós não precisamos de controle de pensamento”, o que precisamos é desenvolver o pensamento, que nos incentive a criar o raciocínio crítico, que nos ajude a pensar, e não que pensem por nos.
Ao longo da historia brasileira e latino-americana, conhecemos e temos os relatos de inúmeros governos que direta ou indiretamente se posicionaram claramente a favor da não racionalização do povo, os individuo não poderiam pensar, pois esse pensamento certamente resultaria em questionamento ao poder atual e as decisões tomadas por eles, desses governos autoritaristas resultaram ações como a retirada da liberdade de imprensa, a censura e o modelo de ensino atual entre outros.
A diversidade do povo brasileiro esta estampado “na cara”, a miscigenação cultura e étnica, faz com que o nosso país traga características únicas, com sua extensão territorial continental e características peculiar, como clima e relevo, isso nos reporta que os modelos europeus e ate mesmo norte americanos, não nus serviriam sem ajustes. Na verdade o que precisamos é de políticas públicas de reformulação da educação desde a básica ate a universitária, passando pelos discutíveis vestibular, ENEN e Provão, fazendo com que o estudante de escola pública tenha um ensino médio de qualidade, pelo menos compatível com as das escolas particulares, e que não precise de cotas ou qualquer outro tipo de “esmola” ou reparação tardia.
Link para o arquivo original.
Nota:8,0 (nota do Professor)
Disciplina: Estudos sobre a Contempôraneidade I
Análise Crítica
Musica: Another Brick in the Wall.
De: Pink Floyd.
Temas:
Subjetividade, identidade, diversidade,
poder, direitos e cidadania.
Questionamento:
What explains the Latin American traditions of authoritarianism, abuse of power, suppression of economic creativity, and social injustice?
Salvador 15 de maio de 2009
A frase descrita em inglês questiona a tradição latino-americana de autoritarismo, abuso de poder, opressão da criatividade econômica e da injustiça social. Podemos relacionar essa pergunta com a musica da banda Inglesa Pink Floyd, “Another Brick in the Wall” que questiona a forma de educação do seu país e o inconformismo do autor ao identificar que é “mais um”, e que todos nos, somos apenas “mais alguns”, tal questionamento poderia muito bem ser transportada para a metodologia do ensino Brasileiro, onde a forma de ensinar e aprender da educação básica e média do nosso país traz métodos prontos para o ensino, e como é dito na musica da banda inglesa “Nós não precisamos de controle de pensamento”, o que precisamos é desenvolver o pensamento, que nos incentive a criar o raciocínio crítico, que nos ajude a pensar, e não que pensem por nos.
Ao longo da historia brasileira e latino-americana, conhecemos e temos os relatos de inúmeros governos que direta ou indiretamente se posicionaram claramente a favor da não racionalização do povo, os individuo não poderiam pensar, pois esse pensamento certamente resultaria em questionamento ao poder atual e as decisões tomadas por eles, desses governos autoritaristas resultaram ações como a retirada da liberdade de imprensa, a censura e o modelo de ensino atual entre outros.
A diversidade do povo brasileiro esta estampado “na cara”, a miscigenação cultura e étnica, faz com que o nosso país traga características únicas, com sua extensão territorial continental e características peculiar, como clima e relevo, isso nos reporta que os modelos europeus e ate mesmo norte americanos, não nus serviriam sem ajustes. Na verdade o que precisamos é de políticas públicas de reformulação da educação desde a básica ate a universitária, passando pelos discutíveis vestibular, ENEN e Provão, fazendo com que o estudante de escola pública tenha um ensino médio de qualidade, pelo menos compatível com as das escolas particulares, e que não precise de cotas ou qualquer outro tipo de “esmola” ou reparação tardia.
Link para o arquivo original.
Nota:8,0 (nota do Professor)
Analise Critica - Ótica da Inovação Tecnológica
Informações:
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Analise Crítica
Texto: Ótica da Inovação Tecnologica;
Autor: Luiz Alberto Luz de Almeida
Salvador 08 de maio de 2009
O texto aborda vários aspectos importantes para a inovação e para melhoria no sistema de ensino, que também ajudaria nos avanços tecnológicos. Como pontos principais o autor relata a abundancia de matérias para pesquisa alem de ferramenta de comunicação e vídeos para auxiliar pesquisadores em suas buscas diárias pelo conhecimento, mas relata a eminente dificuldade pela maioria dos matérias estarem em língua inglesa. Outro ponto importante relatado é a questão dos investimentos em educação e tecnologia, mencionando a velocidade de transmissão de dados, comparando a velocidade já avançada existente em paises emergentes orientais com o que se encontra no Brasil.
O autor relata diversas ferramentas que auxiliam os professores universitários e estudantes em busca de matérias especializados na grande rede de computadores, relata também a utilização por grande parte dos professores, de matérias “pronto”, tais utilizações se devem pela facilidade de encontrar esses matérias disponíveis gratuitamente na internet. Como empecilho na grandiosa busca pelo conhecimento, a língua é apontado como o grande vilão, pela grandiosa quantidade de matérias disponíveis em outras línguas especialmente e língua inglesa, a solução encontrada pelo autor e transformar o inglês em segunda língua oficial no Brasil, fazendo com que os alunos comecem a ver tal língua desde o primário.
Os investimentos em educação são pouco comentados pelo autor, apesar de relatado com grande ênfase quando comparados com da Coréia, a relação que se faz levasse em conta a taxa de transmissão de dados na internet local do Brasil e do país oriental, alem de comentar as condições alarmantes da situação do ensino no nosso país.
Como solução para tais entraves o autor relata a oficialização do inglês como segunda língua oficial, alem de comentar as perspectivas de aumento de investimento público-privado em educação, menciona também as perspectivas de avanço para a disponibilidade e capacidade de comunicação de dados no Brasil.
Link para o arquivo original.
Nota: 8.0 (Nota do Professor)
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Analise Crítica
Texto: Ótica da Inovação Tecnologica;
Autor: Luiz Alberto Luz de Almeida
Salvador 08 de maio de 2009
O texto aborda vários aspectos importantes para a inovação e para melhoria no sistema de ensino, que também ajudaria nos avanços tecnológicos. Como pontos principais o autor relata a abundancia de matérias para pesquisa alem de ferramenta de comunicação e vídeos para auxiliar pesquisadores em suas buscas diárias pelo conhecimento, mas relata a eminente dificuldade pela maioria dos matérias estarem em língua inglesa. Outro ponto importante relatado é a questão dos investimentos em educação e tecnologia, mencionando a velocidade de transmissão de dados, comparando a velocidade já avançada existente em paises emergentes orientais com o que se encontra no Brasil.
O autor relata diversas ferramentas que auxiliam os professores universitários e estudantes em busca de matérias especializados na grande rede de computadores, relata também a utilização por grande parte dos professores, de matérias “pronto”, tais utilizações se devem pela facilidade de encontrar esses matérias disponíveis gratuitamente na internet. Como empecilho na grandiosa busca pelo conhecimento, a língua é apontado como o grande vilão, pela grandiosa quantidade de matérias disponíveis em outras línguas especialmente e língua inglesa, a solução encontrada pelo autor e transformar o inglês em segunda língua oficial no Brasil, fazendo com que os alunos comecem a ver tal língua desde o primário.
Os investimentos em educação são pouco comentados pelo autor, apesar de relatado com grande ênfase quando comparados com da Coréia, a relação que se faz levasse em conta a taxa de transmissão de dados na internet local do Brasil e do país oriental, alem de comentar as condições alarmantes da situação do ensino no nosso país.
Como solução para tais entraves o autor relata a oficialização do inglês como segunda língua oficial, alem de comentar as perspectivas de aumento de investimento público-privado em educação, menciona também as perspectivas de avanço para a disponibilidade e capacidade de comunicação de dados no Brasil.
Link para o arquivo original.
Nota: 8.0 (Nota do Professor)
Resumo - Inovação tecnológica na indústria Brasileira.
Informações:
Disciplina: Contemporaneidade
Resumo do Texto: Inovação tecnológica na indústria Brasileira: Um exercício no uso de indicadores de inovação e algumas propostas para seu aperfeiçoamento.
De: Eduardo Baumgratz Viotti.
Salvador 01 de Maio de 2009
A produtividade média dos trabalhadores brasileiros vem após a década de 70 sofrendo um processo de estagnação. A perda da competitividade com os Estados Unidos e países emergentes, como a Coréia e Taiwan, esses países tinham médias de produtividades menores, e hoje em dia já apresentam números melhores que os do Brasil. Já nas duas décadas anteriores, a média brasileira de produtividade cresceu sistematicamente chegando a ter ate 35% da produtividade Americana, já em 2002 a media era de 24% regredindo assim a números similares a aqueles do inicio dos anos 60.
A maior dificuldade dos estudiosos Brasileiros é identificar as principais razões pela qual esse processo de perda de produtividade vem ocorrendo; um dos fatos levantados foi a necessidade de um sistema eficaz de indicadores de ciência, tecnologia e Inovação (C, T & I), pois se desconfia que a qualidade e intensidade do processo de inovação tecnológica, que ocorre nas empresas brasileiras desempenham um papel central para explicar essas perdas.
A PINTEC(Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica) do IBGE, mostra números alarmantes se comparados os números das inovações desenvolvidas pelas industrias brasileiras em comparação com países Europeus onde pesquisa similar foi aplicada. parte da explicações pela baixa taxa de inovação das Industria é explicada pela dimensão de seus esforços, onde apenas 0,7% do faturamentos é aplicada em pesquisa e desenvolvimento interno, já em países europeus esse percentual pode chegar a 3 ou 4 vezes esse valor.
A análise dos indicadores nos leva a hipótese de que a intensidade e qualidade sobre o processo de Inovação é limitado, e que tal limitação é certamente um dos fatores responsáveis pelo baixo dinamismo do crescimento da produtividade do trabalho, que ocorreu no Brasil nas ultimas décadas.
Link para o arquivo original.
Nota:8,0 (nota do Professor)
Disciplina: Contemporaneidade
Resumo do Texto: Inovação tecnológica na indústria Brasileira: Um exercício no uso de indicadores de inovação e algumas propostas para seu aperfeiçoamento.
De: Eduardo Baumgratz Viotti.
Salvador 01 de Maio de 2009
A produtividade média dos trabalhadores brasileiros vem após a década de 70 sofrendo um processo de estagnação. A perda da competitividade com os Estados Unidos e países emergentes, como a Coréia e Taiwan, esses países tinham médias de produtividades menores, e hoje em dia já apresentam números melhores que os do Brasil. Já nas duas décadas anteriores, a média brasileira de produtividade cresceu sistematicamente chegando a ter ate 35% da produtividade Americana, já em 2002 a media era de 24% regredindo assim a números similares a aqueles do inicio dos anos 60.
A maior dificuldade dos estudiosos Brasileiros é identificar as principais razões pela qual esse processo de perda de produtividade vem ocorrendo; um dos fatos levantados foi a necessidade de um sistema eficaz de indicadores de ciência, tecnologia e Inovação (C, T & I), pois se desconfia que a qualidade e intensidade do processo de inovação tecnológica, que ocorre nas empresas brasileiras desempenham um papel central para explicar essas perdas.
A PINTEC(Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica) do IBGE, mostra números alarmantes se comparados os números das inovações desenvolvidas pelas industrias brasileiras em comparação com países Europeus onde pesquisa similar foi aplicada. parte da explicações pela baixa taxa de inovação das Industria é explicada pela dimensão de seus esforços, onde apenas 0,7% do faturamentos é aplicada em pesquisa e desenvolvimento interno, já em países europeus esse percentual pode chegar a 3 ou 4 vezes esse valor.
A análise dos indicadores nos leva a hipótese de que a intensidade e qualidade sobre o processo de Inovação é limitado, e que tal limitação é certamente um dos fatores responsáveis pelo baixo dinamismo do crescimento da produtividade do trabalho, que ocorreu no Brasil nas ultimas décadas.
Link para o arquivo original.
Nota:8,0 (nota do Professor)
Resenha Critica - A Riqueza e a Pobreza das Nações: Porque são algumas tão ricas e outras tão pobres
Informações:
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Resenha Critica
Texto: A Riqueza e a Pobreza das Nações: Porque são algumas tão ricas e outras tão pobres
De: David S. Landes
Salvador 24 de Abril de 2009
O texto traz informações que nos faz concluir que Portugal, colonizadora do Brasil, “chutou” pra fora de seu próprio país todo o conhecimento e experiência adquirida, que fizeram com que um país onde o conhecimento, curiosidade de seu povo e as técnicas avançadas de navegação os levaram a pioneirismo no desbravamento dos mares e a conquista de novos mundos, chegada ao Brasil inclusive, a uma simples colônia Inglesa, onde os ideais religiosos e a intolerância restringiram a busca pelo conhecimento, onde o pensar era algo perigoso, seus intelectuais e cientistas foram perseguidos e mortos é o que imperava era o desejo da Igreja.
No Brasil esse reflexo será direto, pois desde 1500 estamos ligados a Portugal, seja pela Língua oriunda da península ibérica, seja pela gramática milenar, seja pelos métodos antigos de educação que fizeram do Brasil “o melhor” discípulo de um Portugal decadente. A política de Colonização de Portugal ate pela vinda da família real para nossas terras, foi de transformar o Brasil em um pedaço de Portugal, e assim seriamos, e somos, seguidores de uma política de afastamento do conhecimento das pessoas, e onde o pensamento Critão nortearia as idéias.
A metodologia do ensino empregado nas escolas brasileira é oriunda de Portugal, a gramática por exemplo, são normas e regras antigas e ultrapassadas baseada no Século XVI, A língua falada dista dessa gramática, 500 anos e mais de 7 mil Km, É ao mesmo tempo que decadente e ultrapassada é discriminatória e classista, pois atribui o status de gramatical, “correto”, “culto” a uma determinada classe, rebaixando todas as outras a chamada linguagem “popular”, onde o adjetivo “Popular” que vem de população, tem um caráter pejorativo, mostrando que o “culto” não pertence a população em geral, isso faz com que pensemos que a gramática é “difícil” pois estamos estudando algo que não nos pertence.
Outros Pensamentos
O velho vinho Português, esse sim foi o grande e talvez o únicos beneficiado pela política portuguesa de meados do século XVIII, que com o Tratado de Methuen, o faria ganhar força e torná-lo conhecido e admirado em todo o mundo, mas isso tudo para um supérfluo em detrimento de todos os outros produtos em uma política equivocada onde garantiu a Inglaterra comprar os “valiosos” tecidos ingleses em troca da garantia que os ingleses “degustariam” o delicioso vinho do Porto.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Resenha Critica
Texto: A Riqueza e a Pobreza das Nações: Porque são algumas tão ricas e outras tão pobres
De: David S. Landes
Salvador 24 de Abril de 2009
O texto traz informações que nos faz concluir que Portugal, colonizadora do Brasil, “chutou” pra fora de seu próprio país todo o conhecimento e experiência adquirida, que fizeram com que um país onde o conhecimento, curiosidade de seu povo e as técnicas avançadas de navegação os levaram a pioneirismo no desbravamento dos mares e a conquista de novos mundos, chegada ao Brasil inclusive, a uma simples colônia Inglesa, onde os ideais religiosos e a intolerância restringiram a busca pelo conhecimento, onde o pensar era algo perigoso, seus intelectuais e cientistas foram perseguidos e mortos é o que imperava era o desejo da Igreja.
No Brasil esse reflexo será direto, pois desde 1500 estamos ligados a Portugal, seja pela Língua oriunda da península ibérica, seja pela gramática milenar, seja pelos métodos antigos de educação que fizeram do Brasil “o melhor” discípulo de um Portugal decadente. A política de Colonização de Portugal ate pela vinda da família real para nossas terras, foi de transformar o Brasil em um pedaço de Portugal, e assim seriamos, e somos, seguidores de uma política de afastamento do conhecimento das pessoas, e onde o pensamento Critão nortearia as idéias.
A metodologia do ensino empregado nas escolas brasileira é oriunda de Portugal, a gramática por exemplo, são normas e regras antigas e ultrapassadas baseada no Século XVI, A língua falada dista dessa gramática, 500 anos e mais de 7 mil Km, É ao mesmo tempo que decadente e ultrapassada é discriminatória e classista, pois atribui o status de gramatical, “correto”, “culto” a uma determinada classe, rebaixando todas as outras a chamada linguagem “popular”, onde o adjetivo “Popular” que vem de população, tem um caráter pejorativo, mostrando que o “culto” não pertence a população em geral, isso faz com que pensemos que a gramática é “difícil” pois estamos estudando algo que não nos pertence.
Outros Pensamentos
O velho vinho Português, esse sim foi o grande e talvez o únicos beneficiado pela política portuguesa de meados do século XVIII, que com o Tratado de Methuen, o faria ganhar força e torná-lo conhecido e admirado em todo o mundo, mas isso tudo para um supérfluo em detrimento de todos os outros produtos em uma política equivocada onde garantiu a Inglaterra comprar os “valiosos” tecidos ingleses em troca da garantia que os ingleses “degustariam” o delicioso vinho do Porto.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Resenha crítica - Merleau – Ponty
Informações:
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Resenha crítica
Texto: O corpo como expressão e linguagem em Merleau – Ponty
Por:
Reinaldo Furlan
Josiane Cristina Bocchi
Salvador 21 de Abril de 2009
Ao ler o texto indicado a primeira coisa que vem a mente do leitor é preguiça, pois as palavras e a forma de se expressar do autor perante o assunto não é convidativa para uma leitura agradável, Reinaldo Furlan se utiliza de linguagem técnica e forma dita “Culta” pra expressar seus pensamentos sobre os textos de Merleau-Ponty , é necessário ao leitor do texto varias e varias leituras do texto para se assimilar algum conteúdo, que poderia ter sido dito de forma mais direta e clara. No texto o autor aponta quando necessário trechos dos textos de Merleau-Ponty, para apontar suas conclusões e muito das vezes o que notasse é Ponty utilizando uma linguagem mais próxima de um leitor comum, o que não justificaria tão redação.
Quanto ao esboço da teoria da comunicação na filosofia de Merleau – Ponty, fala-se que é no sentido do comportamento que as significações das palavras sempre se encontrarão, concordo com tal pensamento, pois, mesmo quando não conseguimos nos expressar ( falar algo a alguém ), no nosso modo de agir( um olhar ou gesto ) fica implícito as palavras que gostaríamos de ter usado, mas não encontramos. Como diz aquele ditado: “um gesto vale mais do que mil palavras”.
Esta na intenção merleau-pontyana de buscar no corpo a origem do sentido da linguagem, entretanto, acho que a linguagem já tem seu significado e sentido independentemente de qualquer expressão corporal, mesmo que tenhamos que buscar as vezes a expressão ao invés das palavras. Utilizando como exemplo um juiz, este ao dar o resultado de uma sentença independente se esta será boa ou não para o julgado sua expressão ou gesto não é diferente de uma situação para outra, o que quer dizer que nesse caso o gesto não tem importância alguma sobre a fala, e sim é esta que realmente importa.
Nos ideais empiristas e intelectualistas a palavra é desprovida de sentido, entretanto para ponty a palavra tem sim um sentido próprio, fato que eu também concordo pois durante a construção do nosso pensamento palavras são organizadas para que posteriormente sejam reproduzidas em frases ou somente palavras soltas, o que nos remonta a entender que se uma palavra não tivesse sentido ao pronunciarmos apenas uma pela nossa boca outra pessoa não entenderia, fato que não ocorre pois quando dizemos sim ou não por exemplo não é necessário mais nenhuma outra palavra para que haja o entendimento da frase. Ou seja, a palavra tem sim um sentido próprio.
O autor acredita que os gestos representam uma grande parte da comunicação, mas não entende a mesma como forma natural, como alguns autores, ele a vê como fenômeno autêntico, específico e contingente em relação à organização corporal, e se utiliza das interpretações dela para esclarecer a comunicação.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Disciplina: Estudo sobre a Contemporanêidade I
Resenha crítica
Texto: O corpo como expressão e linguagem em Merleau – Ponty
Por:
Reinaldo Furlan
Josiane Cristina Bocchi
Salvador 21 de Abril de 2009
Ao ler o texto indicado a primeira coisa que vem a mente do leitor é preguiça, pois as palavras e a forma de se expressar do autor perante o assunto não é convidativa para uma leitura agradável, Reinaldo Furlan se utiliza de linguagem técnica e forma dita “Culta” pra expressar seus pensamentos sobre os textos de Merleau-Ponty , é necessário ao leitor do texto varias e varias leituras do texto para se assimilar algum conteúdo, que poderia ter sido dito de forma mais direta e clara. No texto o autor aponta quando necessário trechos dos textos de Merleau-Ponty, para apontar suas conclusões e muito das vezes o que notasse é Ponty utilizando uma linguagem mais próxima de um leitor comum, o que não justificaria tão redação.
Quanto ao esboço da teoria da comunicação na filosofia de Merleau – Ponty, fala-se que é no sentido do comportamento que as significações das palavras sempre se encontrarão, concordo com tal pensamento, pois, mesmo quando não conseguimos nos expressar ( falar algo a alguém ), no nosso modo de agir( um olhar ou gesto ) fica implícito as palavras que gostaríamos de ter usado, mas não encontramos. Como diz aquele ditado: “um gesto vale mais do que mil palavras”.
Esta na intenção merleau-pontyana de buscar no corpo a origem do sentido da linguagem, entretanto, acho que a linguagem já tem seu significado e sentido independentemente de qualquer expressão corporal, mesmo que tenhamos que buscar as vezes a expressão ao invés das palavras. Utilizando como exemplo um juiz, este ao dar o resultado de uma sentença independente se esta será boa ou não para o julgado sua expressão ou gesto não é diferente de uma situação para outra, o que quer dizer que nesse caso o gesto não tem importância alguma sobre a fala, e sim é esta que realmente importa.
Nos ideais empiristas e intelectualistas a palavra é desprovida de sentido, entretanto para ponty a palavra tem sim um sentido próprio, fato que eu também concordo pois durante a construção do nosso pensamento palavras são organizadas para que posteriormente sejam reproduzidas em frases ou somente palavras soltas, o que nos remonta a entender que se uma palavra não tivesse sentido ao pronunciarmos apenas uma pela nossa boca outra pessoa não entenderia, fato que não ocorre pois quando dizemos sim ou não por exemplo não é necessário mais nenhuma outra palavra para que haja o entendimento da frase. Ou seja, a palavra tem sim um sentido próprio.
O autor acredita que os gestos representam uma grande parte da comunicação, mas não entende a mesma como forma natural, como alguns autores, ele a vê como fenômeno autêntico, específico e contingente em relação à organização corporal, e se utiliza das interpretações dela para esclarecer a comunicação.
Link para o arquivo original.
Nota:9,0 (nota do Professor)
Assinar:
Comentários (Atom)
